segunda-feira, 10 de junho de 2013

Noite ao lado do Senhor da Terra

A presença de Omolu incorporado em seus filhos, abrilhantou essa noite (10/06/2013) e me fez muito feliz. Amo Orixá, amo seus filhos e rogo aos nossos deuses que nos livre das pragas e maldições, sentimentos esses que estão presentes na escuridão que mora dentro do ser humano e que a religião está aqui para lutar contra. Muito obrigado a todos meus filhos que rezaram, cantaram e pediram de corações abertos por todos os filhos e amigos do Egbé L’ajò.

Omolu limpando nossa casa das energias negativas

Omolu sem palhas, mas coberto de todo axé

Jagun incorporado em seu filho e também herdeiro do Egbé L'ajò





sábado, 8 de junho de 2013

Omolokun de Oxum

Trabalho de Energização no Egbé L'ajò

Muito Feliz


Seguindo para mais um dia de consultoria espiritual. Estou muito feliz com os resultados dessa semana, pois recebi mais de quarenta e-mails, relatando melhora significativa de vida, de gente de todo o Brasil e fora dele, que me mandou o nome e data de nascimento para as energizações que ocorreram durante essa semana. 

Eu acredito que a luz do Orixá é infinita e que tem o pode de alcançar todos os corações que acreditam no Axé.

Uma ótimo sábado!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Ebò de Oxalá

Acabamos de rezar o ebò (canjica), e é emocionante ver a família Egbé L’ajò reunida pedindo e rezando por aqueles que estão precisando de paz e conforto. Me ajoelho de todo coração de frente com aquele que guarda o segredo da vida e da morte e peço que seu alá nos proteja da doenças do corpo e da alma, da triste, da fome e da falta de fé. 

Agradeço a todos que confiaram seus nomes a mim e podem ter certeza que o Oxalá ouvirá nossas preces, pois tudo é feito com muita crença.

Epi Epi Babá! 

O Candomblé é Humildade!

Essa frase parece simples, mas não é. Sempre associamos humildade com pobreza material, o que é um erro, pois eu já vi ricos humildes e pobres “orgulhosos”. Humildade para mim é atitude, é olhar o mundo de frente e não de cima para baixo, entendendo que estamos aqui de passagem e que a vida é uma chance que Olorun nos deu de evoluirmos.


No candomblé, todos os preceitos e privações que passamos durante a iniciação é para aprendemos o sentido de humildade e levar isso para nossas vidas dentro e fora da casa de axé. Quando temos a cabeça raspada e dormimos no chão, na verdade é uma forma do Orixá nos ensinar que quanto mais longe do mundo, mais perto do divino. Só que muitas pessoas não enxergam isso e acabam vendo a religião como um meio para conseguir status, boa posição financeira e para levar sempre o proveito de tudo, mas quando se dão conta que o Orixá não permite que gente assim prospere, acabam muitas vezes se decepcionando e saem falando mal dos seus zeladores e do seu axé, afinal nunca admitem os próprios erros.


A religião dos Orixás, também nos ensina a lidar com as relações interpessoais. Você já deve ter convivido com uma pessoa desumilde e sabe o quanto é ruim ter que lidar com gente assim. Então leve esse exemplo para dentro de você e repense suas atitudes. Eu estive pensado e acho que todos nós já tivemos um momento esnobe, somos seres humanos e as vezes nos deslumbramos com o nosso ego e tratamos aqueles que não têm a mesma sorte que nós, como se fossemos superiores, mas devemos nos corrigir e lembrarmos que somos todos irmãos e moramos em uma mesma casa chamada Terra.


Menos folclore, mais Orixá!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Egbé L'ajò - Transformando Vidas

Nós do Ilê Axé Egbé L’ajô, somos felizes em receber novos filhos e acreditamos que uma comunidade é feita de pessoas e não números. Fazer parte de uma família de axé é ter os laços feitos por Olorun, nosso criador, reafirmados através da fé.

Acreditamos que o Orixá é nosso guardião na terra e que cada um dos dezesseis Orixás, cultuados hoje em nossa religião, é importante, assim como cada filho e membro da casa do axé. Dedicação, Respeito e Amor, são requisitos básicos ser filho desse axé, que foi fundado em 1964 pela minha bisavó e Iyalorixá, Minervina de Ogum.


Nossa casa luta é contra a politicagem e o abuso da crença, que tanto contamina o candomblé. Queremos que todos tenham espaço para crescer, que a sabedoria e o conhecimento não fiquem reclusos nas mãos de meia dúzia. Nossa meta é evoluir sempre sem deixar de acreditar e respeitar nossos ancestrais que sempre nos ensinaram que a Humildade é a chave para a felicidade.

Ser filho do Egbé L’ajô é caminhar sempre, sendo assistido e orientado por pessoas sérias e principalmente por um axé que cresce cada dia mais, não buscamos “repetidores” nem “seguidores”, buscamos filhos que estejam dispostos a fazer um candomblé melhor, do bem.

Então, sejam bem vindos!

Atenciosamente

Babá Diego de Odé




Endereço: Rua Guarapari, 97 - Jardim Dona Elvira, Itapevi - SP. Telefone: 11 4141-0167 ou 9 6617-8726.

Consultoria Espiritual com Jogo de búzios


O equilíbrio espiritual é fundamental para sejamos felizes em todas as áreas de nossas vidas, e a consulta com jogo de búzios nos orienta, mostrando quais são as energias que propiciam um caminho melhor e também nos ajuda a identificar as energias negativas, seja elas causadas pelas ações do cotidiano ou provocadas espiritualmente.

Não é necessário ser do candomblé para ter uma consulta e realizar um trabalho de energização. Sou procurado diariamente por artistas, médicos, engenheiros, donas de casa, entre outros, que querem mais da vida. Com a manipulação das energias da natureza é possível potencializar sua capacidade, melhorar sua vida amorosa, trazer o dinheiro para morar com você e cuidar das doenças causadas pelas dores da alma. Mais que um Babalorixá, precisamos de um consultor de confiança para as horas de decisão. 

Encontre seu ponto de equilíbrio, conheça seu Odú, seu Orixá e conquiste a felicidade! 

Aviso: A partir do mês de julho, estarei atendendo de terça a sábado, na Rua Mauro, 59. Próximo ao Metro Saúde/SP. Telefone: 11 4141-0167 ou 9 6617-8726.

Crescer ouvindo que o Candomblé não era para mim foi o meu primeiro terreno de provações. Familiares e amigos pintavam o preconceito na pare...