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Mostrando postagens de Agosto, 2015

Oya Igbalè

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Cultuada com Oya e com os ancestrais, esse caminho é muito importante para uma casa de asé, pois zela pelo equilíbrio entre a vida e a morte, início e fim.  Rígida, mas acolhedora, a senhora do vento frio tem caminho com Esú, pois também é uma guardiã, com Omolú, presente na agonia da morte e Egungún, orisá que a respeita como sua mãe.  Existe uma série de tabus que são associados a esse orisá, isso devido a sua aproximação com Ikú, o Orixá da Morte, porém devemos entender que essa transição, a morte física, é muito importante para manutenção da vida na terra, e é o que garante boas futuras gerações, sem ela não existiria lama para nos moldar.  Que Oya guarde sua casa e lhe possibilite uma vida longa, cheia de alegria e amor. Muito axé, Babá Diego de Odé
‪#‎Igbale‬‪#‎Oya‬‪#‎Iansã‬‪#‎BabáDiegoDeOdé‬‪#‎Axé‬‪#‎Candomblé‬

Òsùmàrè - Senhor da Transformação

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Como eu havia escrito nos últimos posts, esse mês é dedicado às divindades presentes no Olubajé e não teria como falar da família Jeje sem explanar sobre Òsùmàrè, Orisá do arco-íris, da transformação e de mutação. Existem pelo mundo diversos cultos a Dan, ou seja, a cobra. O fascínio do homem sempre foi grande a respeito desses animais que tanto encantam quanto causam medo e como tudo na natureza, existe um Orisá que representa essa força. Porém achar que Òsùmàrè é uma cobra ou apenas domina os rastejadores, reduz nosso pensamento diante de tantas outras forças que ele representa.  Òsùmàrè é a mutação, a transição entre a água, a terra e o ar, nasce da lama do fundo do rio e atravessa o limite do universo. Sua ligação com Omolu tem origem em seu nascimento, pois também é filho de Nanã e como os demais filhos, foi criado por Iemanjá e apadrinhado por Olokun, Orisá das profundezas do oceano. Òsùmàrè, tem forte ligação com Òsún, devido a água, seu habitat; com Iroko, pois também é ligad…