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Mostrando postagens de Setembro, 2016

Gratidão

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Sou grato a tudo que Olorún e Odé me deram, pelas provações, pelos obstáculos, pois cada um serviu para me preparar para a vida de sacerdócio, pois nem sempre foram flores, confiei em quem não devia, já dei murros em ponta de faca, já briguei, já voltei atrás, enfim, cada situação me formou como ser humano e hoje, olho o passado e só vejo alegrias. Agradeço também o povo de asé, que já me acompanha há dez anos pelas redes sociais, me viu crescer, aprender, amadurecer. Meu muito obrigado, de todo coração, que Odé ilumine o caminho de cada um de vocês e que venham mais dez, vinte, cinquenta anos, pois tudo se transformou, só a minha fé, que se manteve intacta e fortalecida.  Gratidão, Fé e Sabedoria são as únicas coisas que o mundo não pode tirar de você!

Oyá e Seus Caminhos

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(Por Babá Diego de Odé)
- Mensan: Ligada às tempestades e as mudanças de estação. Foi ela quem se opôs a Ogún quando ele queria invadir as terras de Nánà. Diz a itàn (lenda) que ele a dividiu em nove (Mensã = Dividida em nove), e ela teria dividido ele em dois, Ogún Mèjí (Dividido), dando origem a ambos cultos, por essa ração carrega nove adaga (espadas).

- Tópé: Mãe do fogo, aquela que acompanha Esú e Sangò. É ela a terra que envolve o Odú Ará (pedra do raio). Feiticeira, buscava sempre receitas para ajudar a humanidade a evoluir. Uma das mais importantes presenças no agèrè (Ritual do fogo). É comparada em seus mitos a cobra mamba-negra, o que nos indica o cuidado com que os ancestrais tratavam desse caminho.

- Onira: Ligada a ancestralidade feminina e a água. Mora onde o vento da curva e passa pelo rio . Seria filha rejeitada de Osún Òpárá e Ogún Wárìn, que foi posteriormente resgatada e cuidada por seus pais, porém antes disso passou por várias provas, até que se uniu com sua mãe e …

Mensagem de Fé

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